Cabrito com Port Wine

Visitamos o Museu Amadeo de Souza Cardoso em Amarante cuja colecção contempla António Carneiro, Amadeo de Souza Cardoso, Luís Demée, Leal da Câmara, Artur Bual entre muitos outros.
Depois perdemo-nos mas lá conseguimos encontrar o Restaurante A Repentina em Poiares. A especialidade é o cabrito assado em forno de lenha. A seguir fomos a São Leonardo de Galafura no alto duma colina com uma vista surpreendente para o vale do Alto Douro Vinhateiro que desde 2001 é Património da Humanidade. Neste local frequentado por Miguel Torga relembramos a sua forma única de escrever: “O Doiro Sublimado. O prodígio de uma paisagem que deixa de o ser à força de se desmedir. Não é um panorama que os olhos contemplam; é um excesso da natureza. Um universo virginal, como se tivesse acabado de nascer, e já eterno pela harmonia, pela serenidade, pelo silêncio que nem o rio se atreve a quebrar, ora a sumir-se furtivo por detrás dos montes, ora pasmado lá no fundo a reflectir o seu próprio assombro. Um poema geológico. A beleza absoluta.“
Depois de fazer a prova de Vinho do Porto num produtor local rumamos a Vila Real para tomar um chá na Pastelaria Gomes acompanhado por ganchas, cristas de galo, pastéis conventuais de Santa Clara e pitas da Santa Luzia. Aí encontramos o pintor João Dixo e conversamos um pouco antes do regresso ao Porto. zct
Depois perdemo-nos mas lá conseguimos encontrar o Restaurante A Repentina em Poiares. A especialidade é o cabrito assado em forno de lenha. A seguir fomos a São Leonardo de Galafura no alto duma colina com uma vista surpreendente para o vale do Alto Douro Vinhateiro que desde 2001 é Património da Humanidade. Neste local frequentado por Miguel Torga relembramos a sua forma única de escrever: “O Doiro Sublimado. O prodígio de uma paisagem que deixa de o ser à força de se desmedir. Não é um panorama que os olhos contemplam; é um excesso da natureza. Um universo virginal, como se tivesse acabado de nascer, e já eterno pela harmonia, pela serenidade, pelo silêncio que nem o rio se atreve a quebrar, ora a sumir-se furtivo por detrás dos montes, ora pasmado lá no fundo a reflectir o seu próprio assombro. Um poema geológico. A beleza absoluta.“

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